No domingo Agostinho já nos esperava, às 8h, para conhecer as Cataratas brasileiras. O nosso lado é mais turístico, mais bem estruturado, do lado de fora há um grande estacionamento para receber os turistas (170 ônibus + 20 vans + 678 carros de passeio).
Chegamos cedo, a fila ainda estava pequena – importante chegar cedo, pois, dependendo do passeio, você acaba saindo na frente e com menos pessoas, consequentemente, aproveita-se melhor as paisagens. Após adquirir os bilhetes de entrada no parque é formada outra fila para entrar nos ônibus, que já estão apostos. São oito ônibus de dois andares, sendo o segundo aberto para melhor visualização, cada veículo tem capacidade para 72 pessoas e pintura exclusiva, representando os animais mais comuns do parque, como por exemplo: onça pintada, borboleta, macaco prego, quati, cobra coral, tucano, papagaio e o jacaré-do-papo-amarelo, os ônibus são ecológicos (normas do CONAMA – fase IV e EURO – fase II) e durante o percurso há uma gravação bilíngue orientando os turistas sobre como se comportar no parque e avisando a chegada dos pontos estabelecidos para os outros passeios.
Nós ficamos no ponto do Macuco Safári, este passeio consiste em ir de barco até a queda d’água da Garganta do Diabo. O passeio é pago à parte, o outro bilhete é só para entrada no parque. Outra dica importante é levar dinheiro, pois às vezes a máquina de débito não funciona, segundo a funcionária, quase sempre isso acontece. Compra efetuada, o percurso de 3km até a chagada do barco é feito através de uma pequena carreta puxada por carro elétrico, como se fosse um "trenzinho", com paradas para o guia falar sobre a vegetação, e uma pequena caminhada de600 metros , opcional.
Nós ficamos no ponto do Macuco Safári, este passeio consiste em ir de barco até a queda d’água da Garganta do Diabo. O passeio é pago à parte, o outro bilhete é só para entrada no parque. Outra dica importante é levar dinheiro, pois às vezes a máquina de débito não funciona, segundo a funcionária, quase sempre isso acontece. Compra efetuada, o percurso de 3km até a chagada do barco é feito através de uma pequena carreta puxada por carro elétrico, como se fosse um "trenzinho", com paradas para o guia falar sobre a vegetação, e uma pequena caminhada de
(A carreta)
(Parada para o guia falar sobre a vegetação)
(O início da caminhada)
Caso você não goste de aventuras ou tiver medo de água é melhor optar por qualquer outro passeio ou então “apenas” ver as quedas d’água.(Aqui foi o destino escolhido para passear de barco)
Chegando ao cais somos orientados a tirar os calçados, não levar nenhum tipo de documento, dinheiro, máquina fotográfica; colocar capa de chuva e a guardar os pertences no guarda-volumes (R$5,00 a chave!). Fizemos tudo conforme orientado. Colocamos nossa capa à La Zé Gotinha e caímos dentro.
A força que o barco faz para ir contra as corredeiras é impressionante. Às vezes parece que o motor é forçado ao extremo e o barco não sai do lugar. Durante o trajeto, o condutor faz parada para fotos, chega bem próximo à Garganta do Diabo e volta ao cais.
(Deixando o cais)
(Ao fundo, já se pode ver a queda)
(Aqui o barco deu uma parada)
(Essas duas fotos não estão muito boas, mas as coloquei para se ter ideia da proximidade que falei)
Foi o passeio de aventura mais impressionante que já fiz. A força e o volume de água são impressionantes, é algo inenarrável. A sensação é uma mistura de medo com prazer. Medo porque é inevitável não pensar que se pode cair e aí é um abraço e, por outro lado, o prazer de estar em contato direto com a natureza é surreal.
Dicas indispensáveis para o passeio:
Capa de chuva;
Roupas leves;
Se puder evitar ir no inverno ou em tempo frio, melhor.
Levar uma máquina fotográfica pequena em saco plástico para tentar tirar fotos bem de perto.
Seguimos o restante do passeio, que tem início no mirante e termina nas passarelas da Garganta do Diabo. A trilha é estreita para a quantidade de turista, portanto, se puder, disponibilize umas três horas para fazer o percurso, com calma, sem pressa. O trajeto é uma caminhada de 1,2 km na margem direita do rio Iguaçu, ladeando as Cataratas, não tem parte superior, nem inferior, como no lado argentino. A gente vai andando, admirando, fotografando, andando, admirando, fotografando até o fim do trajeto, que já tem tudo esquematizado: restaurante, lanchonetes e ponto de ônibus para retorno.
(É água que não acaba mais...)
(Essa parte estava interditada por causa do volume de água)
(Aqui já estávamos na Garganta do Diabo, agora com visão na parte de cima)
(Os zés gotinhas cheio de gotas)
(Fome!)
Fim de passeio, hora de ir embora, fomos direto ao aeroporto, despedimo-nos de Agostinho e pegamos o voo com escala no Rio e chegamos a Campinas realizados.
E foi só!(?)
Obrigado e até a próxima.













Boa tarde Júnior!
ResponderExcluirMais uma vez vou ressaltar, que fotos heim! Daqui da cadeira, em frente ao computador dá pra imaginar como foi a diversão!
Obs.: Já relatou algum acidente? Nossa, será que eu encararia? Medo!!!
Até a próxima! =*
Milena!
Conhecer as Cataratas Brasileiras foi tão bom quanto conhecer as Cataratas Argentinas! Visual deslumbrante da natureza, com MUITA água e muitas paisagens bonitas!
ResponderExcluirPosso dizer, Ju, com certeza, que conhecer Foz do Iguaçu foi uma das viagens que mais curti (mesmo passando um frio danado!). E claro que isso se deve ao destino que escolhemos, aos passeios que você programou, à competência e carismo do Sr. Odair... e, especialmente à você, por ter toda paciência e compreensão comigo!
Cada viagem que fazemos, seu blog fica cada vez melhor!
Qual será nosso próximo destino??? :)
Beijos!!!
Olá, Mi!
ResponderExcluirAgradeço o elogio. Vou começar a crer que as fotos ficaram boas mesmo, hein!
Sobre acidentes é melhor não pensar, né? Mas, já que você quer saber, em Março de 2011, do lado Argentino, dois turistas norteamericanos morreram fazendo o passeio que nós fizemos. Parece-me que o piloto teve um princípio de infarto e bateu o barco contra um paredão. Prefiro pensar que a hora deles chegou, já que havia mais gente no passeio, mas sobreviveram.
Apegue-se às coisas boas da vida!
Um beijo!
SRN
Eiko,
ResponderExcluirVocê acha que o blog está ficando bom? Ainda acho que falta bastante coisa, precisamos viajar mais não acha? E se eu falar a próxima, estraga!
Beijos
kkk, Ju, não é Sr. Odair, é Sr. Agostinho!!!
ResponderExcluirQuem é Odair???
Ah, agora me lembrei... Odair foi o nosso guia em Morretes!
Já estou misturando as viagens! Mas isso não significa que preciso parar; pelo contrário, precisamos viajar mais para conhecer o Sr. José, o Sr. João, o Sr. Nestor, o Sr. Mané... rsrs
E quanto ao nosso próximo destino, vou deixar você escolher; afinal, está para nascer um agente de viagens melhor que você! :D
Beijos!!!
Muito linda as fotos parece que curtiram bastante mesmo.Essa infelismente é uma viagem que só posso fazer por fotos pq tenho pavor de água e barcos , não consigo me imaginar naquele bote com tanta agua.Mas gostei muito o lugar é lindo!!!
ResponderExcluirAh, pensei que vcs desceriam as Cataratas num barril...rsrsrs Nesse barquinho é mole...rsrsrs
ResponderExcluirDaniel
ResponderExcluirAnônimo,
ResponderExcluirO passeio é muito bacana mesmo, mas, como disse, se tiver medo de água, faça outro passeio porque a água literalmente bate na bunda. hehehehe
Daniel,
ResponderExcluirAté pensei no barril e a galera fazendo "ÊÊÊÊÊ" igual ao desenho do pica-pau, mas o volume de água era muito e a organização acabou não deixando.
SRN
Junior, seu blog é demais!!! As fotos são maravilhosas e as viagens inspiradoras. Principalmente pelo modo como você as compartilha conosco, com esta riqueza de detalhes. Parabéns!
ResponderExcluirE antes que me esqueça, dê um super beijo na Eiko e no Obina por mim. Felicidades.
Ps: Não sei pq não consigo postar comentários a partir do meu perfil, sempre tem que ser anônimo. Desculpe...
ResponderExcluirSilvia Corte
Olá, Silvia!
ResponderExcluirBom você por aqui! Na verdade eu tento descrever fielmente o que vivenciamos em nossas viagens, apesar de às vezes esquecer um detalhe ou outro minha redatora sempre dá uma olhadinha antes. rs
Fico muito contente que as pessoas estejam gostando das publicações.
Agora é preparar a próxima e próxima e próxima...
Apareça sempre que puder.
Recado dado!
Um beijo e até.