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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Florianópolis/SC - parte 2

Para leitura não ficar muito cansativa, resolvi postar Florianópolis em três partes. A segunda começa aqui embaixo:

Certo dia de manhã acordamos dispostos a conhecer a praia de Lagoinha do Leste, que por ser de difícil acesso ainda é pouco visitada. Pode-se chegar à praia, somente por trilha, a partir de dois pontos: o primeiro, para quem sai de Pântano do Sul, gasta-se aproximadamente uma hora ou a partir do segundo, que começa na praia de Matadeiro, mais longa (dura em torno de 2h30min), mas durante o percurso há vistas maravilhosas das praias do Morro da Pedra, do Campeche, da Joaquina e até das pontes que ligam a ilha ao continente. Escolhemos a segunda opção.
(Eles sabem viver pacificamente...) 
(... e em harmonia) 
(Em direção à praia Matadeiro)

Compramos água, lanche, estávamos com calçados adequados, repelente e muita disposição, só não contávamos com um empecilho: uma jararaca. Já estávamos na mata totalmente fechada e com uma hora de trilha quando Eiko quase pisou na cobra. Sorte a nossa que a cobra estava tomando seu banho de sol e não estava nem um pouco a fim de dar uma abocanhada em alguém, recuamos e ela se escondeu por entre pedras e vegetação. Como não era qualquer cobra resolvemos voltar, mesmo com uma pontinha de frustração por chegar tão perto e não conhecer a praia e as paisagens.
(Parte da trilha)
(A que vimos era dessa aí - foto infoescola)
 

Retomamos à praia do Matadeiro, ficamos um tempo e depois pegamos o ônibus para Lagoa da Conceição.
(Quase deserta) 
(Quase)

Lagoa da Conceição fica a 20 km do centro da cidade, reúne praias, dunas, montanhas, e é a maior lagoa de Florianópolis, além de ter diversas localidades como o centro, também conhecido como “centrinho”, o Canto da Lagoa (na Lagoa de Dentro), a Barra da Lagoa (onde termina o canal que deságua no mar), a Costa da Lagoa.

O bairro conta com bares, restaurantes, cafés, padarias e a vida noturna é intensa. No domingo à tarde tem feira de artesanato, mas não crie muitas expectativas em relação à feira, pois ela é pequena e não há muita coisa diferente.

Diante de tantas opções fizemos o passeio de barco pela Costa da Lagoa, na verdade não se trata de passeio, o barco é o meio de transporte dos moradores da Costa, mas como para turista tudo é diferente, fomos. Em, aproximadamente, uma hora de travessia se chega ao destino, na Costa há uma variedade de restaurante. Foi bom para escolhermos onde comeríamos no domingo. Fizemos o reconhecimento local e logo em seguida pegamos o barco  de volta, paramos no centrinho e tomamos café da tarde na padaria Pró-pão.
(Chegando) 
(Conhecendo a comunidade) 
(Entrando aqui, é só escolher um restaurante) 
(Seguindo em frente, tem-se acesso à cachoeira) 


Em breve publico a parte final.

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