O dia anterior foi meio frustrante, mas nada como outro passeio programado para esquecer o que passou. Desta vez escolhemos a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim ou, se preferir, simplesmente Fortaleza de Anhatomirim, localizada em uma ilha homônima, na cidade de Governador Celso Ramos.
A Fortaleza foi sede do primeiro governo de Santa Catarina, principal fortificação do antigo sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina. Este sistema era composto pelas Fortalezas de São José da Ponta Grossa e Santo Antônio de Ratones. Em 1938, Anhatomirim foi tombada pelo Iphan e hoje a manutenção e guarda está sob a responsabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina. Anhatomirim é um dos principais pontos turísticos da Ilha, mesmo pertencendo à outra cidade.
Escunas fazem os passeios marítimos na região, há três pontos de partida: próximo à ponte Hercílio Luz; no Trapiche da Avenida Beira-Mar (ambos no Centro) e na Praia de Canasvieiras. Ligamos para a empresa para sairmos com a escuna do centro, mas não havia vaga, então a empresa nos alocou para sairmos de Canasvieiras.
O visual do passeio é bacana, mas para isso você tem que abstrair tudo de ruim que a empresa oferece, vou relatar os que me incomodaram: os piratas falando com os turistas em “portuñol”; tentando a todo custo beijos das mulheres desacompanhadas; o guia fumante – na embarcação e quando nos contava a história da Fortaleza, no passeio; o péssimo gosto musical: funk, axé e sertanejo universitário, isso tudo em som amplificado. Depois da Fortaleza, fizemos uma parada de 1 hora para almoço do tipo que se come à vontade - a comida não é grandes coisas, mas deu para comer muito mexilhão e ostra ao bafo.
Já de barriga cheia, pensei que a volta seria mais tranquila, sem som alto – quer dizer o problema não foi o volume e sim o que estava tocando -, mas, não foi, tudo que rolou na ida, aconteceu na volta e ainda tinha mais uma parada para banho na Ilha do Francês. Ficamos uns quarenta minutos ancorados lá, como não sei nadar preferi ficar no barco fazendo a digestão.
(Ilha do francês)
(O guia falou que, no momento, a ilha está sob concessão da família do(s) dono(s) do jornal argentino Clarín)
Eram umas 16h e já estávamos de volta, resolvemos caminhar de Canasvieiras a Jurerê Internacional - isso dá uns 7,5 km ou se preferir 1h30min de caminhada pela estrada e praias, ficamos até o pôr-do-sol. Quando chegamos a Jurerê ainda fomos premiados com a aparição de meia duzia de botos.
Com o fim da estada em Florianópolis se aproximando, decidimos fazer programas mais leves nos últimos dias, fizemos trilha na praia do Forte, paramos na praia Daniela e retornamos à praia do Forte, onde fica a Fortaleza de São José da Ponta Grossa e almoçamos no restaurante do Bill, em Jurerê Internacional. Tudo programado por Wlamir e Lissandra.
A trilha é bem simples, só no início que tem uma subida íngreme, o resto é tranquilo, não precisa nem de tênis para fazê-la, se tiver, melhor, mas eu fiz de chinelo. Ficamos o dia inteiro curtindo o visual, a comida, a praia e pegando um bronzeado. Fim de tarde, fomos para casa do Wlamir, tomamos cafezinho e acabamos ficando para o jantar.
A trilha é bem simples, só no início que tem uma subida íngreme, o resto é tranquilo, não precisa nem de tênis para fazê-la, se tiver, melhor, mas eu fiz de chinelo. Ficamos o dia inteiro curtindo o visual, a comida, a praia e pegando um bronzeado. Fim de tarde, fomos para casa do Wlamir, tomamos cafezinho e acabamos ficando para o jantar.
Nosso último dia também foi muito bacana, pela primeira vez acordamos sem pressa, partimos para feira da Lagoa da Conceição, demos uma volta bem rápida (não precisa de muito tempo para conhecê-la, ela é pequena mesmo). Paramos para ver um pouco de Taiko, apresentado pela comunidade Nippo de Florianópolis.
Em seguida rumamos para Costa da Lagoa, onde fomos comemorar o aniversário da Eiko no restaurante Cabral juntamente com os nossos amigos.
No Cabral uma boa pedida é o peixe Carapeva, em filés grelhados, fica uma delícia.
Só que desta vez não fomos pela Lagoa da Conceição, Wlamir nos levou até o Terminal Lacustre Parque Florestal Rio Vermelho, Cooperativa de Barqueiros Coopercosta - (48) 9104-8955. Partindo deste terminal, a travessia dura 10 minutos apenas. Importante ficar atento aos horários de volta das embarcações, já que no terminal do Rio Vermelho as atividades se encerram mais cedo.
Em seguida rumamos para Costa da Lagoa, onde fomos comemorar o aniversário da Eiko no restaurante Cabral juntamente com os nossos amigos.
No Cabral uma boa pedida é o peixe Carapeva, em filés grelhados, fica uma delícia.
(Bom estar entre amigos)
Só que desta vez não fomos pela Lagoa da Conceição, Wlamir nos levou até o Terminal Lacustre Parque Florestal Rio Vermelho, Cooperativa de Barqueiros Coopercosta - (48) 9104-8955. Partindo deste terminal, a travessia dura 10 minutos apenas. Importante ficar atento aos horários de volta das embarcações, já que no terminal do Rio Vermelho as atividades se encerram mais cedo.
(As embarcações param nos diversos trapiches da Costa, basta falar qual restaurante para descer no lugar correto)
(Se quiser ficar até o final da tarde, melhor ir com seu próprio meio de transporte)
Após nos deliciarmos no almoço fomos conhecer a cachoeira da Costa da Lagoa
e na volta ainda demos uma passadinha na praia Mole, mas o tempo e o horário não estavam convidativos a entrar na água. Foi só para tirar uma foto de recordação.
e na volta ainda demos uma passadinha na praia Mole, mas o tempo e o horário não estavam convidativos a entrar na água. Foi só para tirar uma foto de recordação.
(Sempre bom pegar exemplo com os mais experientes, neste caso, o de aposentadoria tranquila)
De noite compramos um bolinho para o aniversário não passar sem o principal. E assim foi o último dia, como todos os outros de nossas vidas, recompensador.
























